Wi-C@D.
O Projeto surgiu da necessidade sentida de intervir em problemas relacionados com a Internet e as Telecomunicações.
Investigar, intervir e formar no âmbito da dependência da Internet, dos jogos online e do Cyberbullying são os principais objetivos do núcleo Wi_C@D – Intervenção no Uso da Internet e das Telecomunicações.
O núcleo não está apenas orientado para os problemas relacionados com o uso abusivo das novas tecnologias, mas também para a promoção de novas formas de comunicação entre famílias e escolas e para o desenvolvimento de novos formatos de prestação de cuidados de saúde física e mental.
“Capacitar para o trabalho”
Segundo o Plano de Desenvolvimento Social (PDS) 2008-2011 da Rede Social de Cascais, 6 por cento da população tem deficiência, sendo que apenas um terço vive do seu trabalho. O PDS considera que um dos problemas prioritários do Concelho é a cobertura deficitária das respostas sociais para pessoas com deficiência. Um dos objetivos gerais do Eixo 3 do PDS (Promoção da Inclusão) é integrar pessoas com deficiência.
O Núcleo de Intervenção Socioprofissional (NISP) do CADIn já avaliou 80 jovens com Perturbações do Espectro do Autismo (PEA), a maioria sem respostas de integração laboral.
Foi a pensar nestes jovens e nas suas famílias que o Núcleo de Intervenção Socioprofissional concebeu o projeto “Capacitar para o Trabalho” que recebeu em Abril de 2012 apoio do Fundo Caixa Fã.
O projeto tem como objetivos:
1) Aumentar a empregabilidade e melhorar a qualidade de vida dos beneficiários e respetivas famílias.
2) Sensibilizar empresas e respetivos colaboradores para as características/qualidades das pessoas com Perturbações do Espectro do Autismo.
3) Identificar boas-práticas de intervenção na promoção da integração social e profissional de pessoas com PEA.
Este projeto ajudará jovens com Perturbações do Espectro do Autismo a desenvolver competências e atitudes adequadas ao mercado de emprego, colocá-los-á em formação em sala e em posto de trabalho, fará formação sobre P.E.A. nas empresas de acolhimento e acompanhamento dos jovens no posto de trabalho. Os jovens terão 50 horas de formação em sala e 9 meses de estágio com o acompanhamento de um técnico do CADIn.
Nas empresas de acolhimento, será ministrada formação sobre PEA e serão designados tutores, que farão um acolhimento personalizado no posto de trabalho.




